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O período de outono (mar, abr e mai) apresenta boas taxas de acúmulo de forragem. No entanto, nesse período ocorre o avanço do estádio fisiológico da forrageira, aumentando as porcentagens de hemicelulose, celulose e lignina (FDN e FDA) e reduzindo os teores de proteína (PB%) e a digestibilidade da forrageira. Concomitantemente, esse período é marcado pelo florescimento da pastagem, o que determina redução drástica no valor alimentar da planta e aumento na participação de hastes na produção. Nesse sentido, a presença de hastes, reduz a eficiência do sistema de duas maneiras. O primeiro, esta relacionado a limitação de colheita da forragem pelo animal devido a presença de hastes, que impede fisicamente que o animal tenha consumo satisfatório. Por outro lado, no inicio da estação de crescimento (out e nov), o valor nutricional das hastes e folhas são semelhantes, no entanto a haste tem queda acentuada na qualidade com a maturidade, aumentando os teores de fibra. Além disso, esse fator é maximizado pelo aumento porcentual de haste no período de florescimento, podendo as estas representar até 70% da produção de massa seca de forragem. A fibra indigestivel, pode ocupar o trato digestivo, reduzindo o espaço ruminal e conseqüentemente influenciando o consumo. Desse modo, o fornecimento de suplementos que aumentem a degradação da fibra no rúmem, proporcionado uma maior taxa de passagem do alimento pelo trato digestivo, aumentará o consumo de massa seca pelo animal. Acarretando, no aumento do total de energia e proteína ingerida pelo animal e resultando em melhor desempenho (kg PV/animal).
Clientes:
• Tourinhos NC no Programa de Suplementação NUTRIPURA
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